Tão perto do Monte e tão perto do Campo, os trabalhos agrícolas das terras de sequeiro e das terras de regadio preenchiam os dias da comunidade de S. João do Campo. O Milho, omnipresente, porque rentável na produção das terras secas e nas húmidas.
Já o Arroz, resgatava para si a exclusividade do campo, pois que aí era onde havia fartura de água capaz de encher as marinhas. A vinha e o olival, situados nos terrenos altos do monte, tinham a companhia de alguns rebanhos de ovelhas Bordaleiras que por ali se instalavam e pastavam.
Já o Arroz, resgatava para si a exclusividade do campo, pois que aí era onde havia fartura de água capaz de encher as marinhas. A vinha e o olival, situados nos terrenos altos do monte, tinham a companhia de alguns rebanhos de ovelhas Bordaleiras que por ali se instalavam e pastavam.
Fruto de hábitos antigos de transumância, que traziam rebanhos desde a serra até à planície seguindo a linha do Mondego, a presença das ovelhas Bordaleiras permitiam a produção de Queijos que eram, depois, vendidos pela cidade.
Frescos ou curados, eram os queijos um fruto que Coimbra recebia do Vale do Mondego, deixando perceber que a pastorícia também por aqui tinha tradição.
Frescos ou curados, eram os queijos um fruto que Coimbra recebia do Vale do Mondego, deixando perceber que a pastorícia também por aqui tinha tradição.
