Assumiu-se o desafio de partir à descoberta da ruralidade de Coimbra, percorrendo-se um trajeto de caminhos invisíveis concretizado na memória das pessoas e visível no património disperso por todo o território do concelho.
Fizeram-se pesquisas e recolheu-se informação. Aprofundámos o que sabíamos, registámos esse conhecimento! O património alimentar surgiu com toda a força, manifestando a sua riqueza e diversidade! Iniciou-se um caminho de descoberta permanente que se vai concretizando em apontamentos de visita e na organização de novos produtos.
Assumiu-se o desafio de partir à descoberta da ruralidade de Coimbra, percorrendo-se um trajeto de caminhos invisíveis concretizado na memória das pessoas e visível no património disperso por todo o território do concelho.
Fizeram-se pesquisas e recolheu-se informação. Aprofundámos o que sabíamos, registámos esse conhecimento! O património alimentar surgiu com toda a força, manifestando a sua riqueza e diversidade! Iniciou-se um caminho de descoberta permanente que se vai concretizando em apontamentos de visita e na organização de novos produtos.
Conseguimos ler neste território a marca impressiva do rio Mondego que se configura como agente modelador de paisagens e da atuação do homem. O casco urbano abre as portas a oeste para os campos do Baixo Mondego, numa mancha de planície de terras agrícolas, mas também, se abre a este para as serras e para os seus declives mais acentuados, onde a ocupação se faz de floresta. Depois, a norte e sul do concelho, temos a marca dos montes, dos mosaicos de casas, das hortas e da floresta. O território afirma-se nas suas diferenças, colhendo aí a sua identidade, aguardando por quem desbrave os caminhos invisíveis desta ruralidade por contar.
Num projeto que se pretende constituir como um contributo para a descoberta e a afirmação do espaço rural de Coimbra, a CoimbraMaisFuturo convida-o a juntar-se a nós nesta viagem.
Dr.ª Regina Lopes, coordenadora da CoimbraMaisFuturo
Conseguimos ler neste território a marca impressiva do rio Mondego que se configura como agente modelador de paisagens e da atuação do homem. O casco urbano abre as portas a oeste para os campos do Baixo Mondego, numa mancha de planície de terras agrícolas, mas também, se abre a este para as serras e para os seus declives mais acentuados, onde a ocupação se faz de floresta. Depois, a norte e sul do concelho, temos a marca dos montes, dos mosaicos de casas, das hortas e da floresta. O território afirma-se nas suas diferenças, colhendo aí a sua identidade, aguardando por quem desbrave os caminhos invisíveis desta ruralidade por contar.
Num projeto que se pretende constituir como um contributo para a descoberta e a afirmação do espaço rural de Coimbra, a CoimbraMaisFuturo convida-o a juntar-se a nós nesta viagem.
Dr.ª Regina Lopes, coordenadora da CoimbraMaisFuturo
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