Fonte de rendimento pelos proveitos que dava, a galinha não se comia a não ser em dias de festa. Os ovos eram de ouro, pois que vendidos no mercado de Coimbra eram fonte certa de sustento diário. Por isso, o sacrifício de uma galinha impunha a sua utilização plena.
No Natal, escolhia-se a que fosse mais velha e cozia-se para amaciar a carne. Deste caldo, fazia-se a Canja. Com os miúdos e com o sangue conservado em vinagre, fazia-se o Arroz Pardo, uma autêntica lambarice para toda a família.
O remate final era a Galinha Guisada ou Tostada que trazia a fartura da carne e lembrava que o Natal era momento de partilha de abundância.
No Natal, escolhia-se a que fosse mais velha e cozia-se para amaciar a carne. Deste caldo, fazia-se a Canja. Com os miúdos e com o sangue conservado em vinagre, fazia-se o Arroz Pardo, uma autêntica lambarice para toda a família.
O remate final era a Galinha Guisada ou Tostada que trazia a fartura da carne e lembrava que o Natal era momento de partilha de abundância.
